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terça-feira, 17 de julho de 2012

A frota da Marinha de Guerra russa participa, pela primeira vez, nos exercícios internacionais RIMPAC.

Os navios da Esquadra do Pacifico, em conjunto com os colegas de 22 países, saíram da base naval em Pearl Harbor com objectivo de aperfeiçoar, em mar alto, a táctica de combate conjunto ao terrorismo e à pirataria e a realização dos trabalhos de salvamento.

Durante duas semanas o navio de luta anti-submarina Admiral Panteleev, a belonave de resgate Foti Krylov e o navio-tanque Boris Butoma irão fazer parte das brigadas navais internacionais a realizarem uma operação condicional de busca e salvamento e também aperfeiçoarem as acções de combate ao terrorismo, contrabando e à pirataria. A aviação militar também faz parte destes treinos.

Atualmente, no mar, estão a decorrer dois grandes exercícios navais. No mar Mediterrâneo juntaram-se os representantes de todas as frotas russas ao fim de melhorarem uma série de objetivos regulares, tais como, trabalhos de salvamento e luta anti-terrorista. Contudo, alguns navios, brevemente, entrarão na base naval militar russa situada no porto sírio Tartus para um reabastecimento de alimentos e combustível.

No mar da China Oriental iniciaram-se as manobras da frota da República Popular da China. Trata-se dos exercícios em grande escala com tipos de fogo real a serem realizados muito perto das ilhas disputadas na fronteira niponico-chinesa.

Todas estas manobras condicionadas são mais uma razão para o crescimento das especulações na comunicação social. A situação geopolítica complicada foi comentada por especialista em assuntos militares Viktor Baranets.

“Por um lado, a Rússia participa, pela primeira vez, nos exercícios RIMPAC no Pacifico. Por outro – a tensão no mar Mediterrâneo está aumentar devido à questão da Síria. Mas sempre é melhor fazer parte das manobras mistas e navegar junto no oceano em vez de atirar os canhões. No entanto, existe uma complexidade. Para os exercícios RIMPAC, a China não foi convidada e, em resposta imediata, organizou as suas próprias manobras. Isto é um sinal geopolítico preocupante. Parece que a Rússia está a demonstrar quem é a sua prioridade no Pacífico. Embora, no fundo, a colaboração da Rússia, neste caso, é simbólica uma vez que ela tinha participado só com três navios. Antes, a Rússia recusava-se a participar “olhando sempre para China”.

Os exercícios internacionais RIMPAC já contam com a 23ª edição e se realizam de dois em dois anos. Os navios russos e americanos junto com as embarcações de mais de vinte países realizarão as manobras junto ao arquipélago do Havai até 2 de Agosto.

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