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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Crise na Síria pode ser solucionada sem ação militar, diz Obama.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 7 de fevereiro de 2012

 O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou nesta segunda-feira que a crise política na Síria pode ser solucionada sem uma intervenção militar e disse que uma solução negociada é possível. As declarações foram feitas em entrevista ao canal americano NBC. 

 As afirmações de Obama mudam o temor de que Estados Unidos e os países membros da OTAN pudessem fazer uma ação militar similar à ocorrida na Líbia para forçar a saída de Muammar Kadhafi, no ano passado, após o veto de China e Rússia à aplicação de um plano para a queda do ditador Bashar al-Assad.

 Mais cedo, a embaixadora americana na ONU (Organização das Nações Unidas), Susan Rice, lamentou o veto russo e chinês à resolução para o conflito na Síria e acusou os dois países de aumentarem o risco de guerra civil.

 ”Acredito que Rússia e China vão lamentar sua decisão, que os alinhou a um ditador agonizante cujos dias estão contados e que lhes pôs em uma posição complicada em relação ao povo sírio e à região em conjunto”.

 A representante ainda afirmou que os dois votos foram “uma estaca no coração das tentativas de resolver o problema por vias pacíficas” e disse que Rússia e China estão “manifestamente com Assad”.¹

EUA e Rússia chegaram ao compromisso sobre questão síria
  O veto russo-chinês no Conselho de Segurança da ONU à resolução sobre a Síria fornece à Rússia um tempo necessário para convencer o presidente sírio Bashar Assad em sua demissão inevitável, informa o jornal árabe Asharq Alawsat, fazendo referências às fontes diplomáticas na ONU.

 Segundo os dados do jornal, no âmbito do encontro da secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton e o ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia Serguei Lavrov antes da sessão do Conselho de Segurança os lados chegaram ao acordo, conforme o qual a resolução sobre a Síria seria colocada para votação e os americanos aceitariam o veto russo, mas ao mesmo tempo a Rússia utilizará toda a sua influência para convencer Assad para se demitir. Se este acordo não tiver sucesso, os EUA oferecerão ao Conselho de Segurança a sua variante da resolução, contra a qual a Rússia já não deverá votar.

 O fato de este acordo ter sido aceite pelos EUA e pela Rússia pode ser confirmado pela visita planejada à Síria de não só Serguei Lavrov, o que já é uma das provas da seriedade das intenções russas, mas também do diretor do Serviço de Inteligência Estrangeiro da Rússia Mikhail Fradkov.²

Fonte: [¹]Folha Online, [²] Voz da Rússia.

Anunciadas datas possíveis de EUA e aliados para atacar o Irã.

Publicado por dinamicaglobal em 6 de fevereiro de 2012.

 Os EUA, apoiados pelos aliados, podem atacar as instalações nucleares iranianas em junho de 2012, quando ao golfo Pérsico chegar a base flutuante das tropas especiais americanas, comunica a mídia israelense, fazendo referências às próprias fontes militares.

 Atualmente no golfo Pérsico encontra-se o porta-aviões americano Abraham Lincoln, escoltado pelo cruzador de mísseis e dois navios de minas da Marinha dos EUA e mais dois navios, um da Marinha do Reino Unido, o outro da Marinha da França. Os EUA têm em sua disposição duas brigadas terrestres e uma brigada de helicóptero no total de 15000 militares, localizados nas bases no Kuwait. O Pentágono também tem na região um batalhão expedicionário da infantaria naval de dois mil soldados e um grupo de navios anfíbios de desembarque, que inclui um porta-helicópteros.¹

Os aliados preparam-se para a guerra

 Os EUA, a Grã Bretanha e a França começaram a transferir as suas tropas para a região do golfo Pérsico. Os peritos reputam que os aliados se preparam desta maneira para a guerra. A mídia informa, alegando fontes competentes, que os primeiros golpes podem ser infligidos já em princípios deste verão.

 De acordo com os dados à disposição, as tropas chegam à ilha de Macira, pertencente ao sultanato de Oman. A ilha está situada ao sul do estreito de Ormuz, onde se encontra a base da força aérea americana. Atualmente no golfo Pérsico já se encontram dois porta-aviões americanos com as suas respectivas escoltas. Já foram publicadas informações de que este agrupamento naval pode ser reforçado por mais um porta-aviões, pelo contratorpedeiro Momsen e pelo submarino atômico Annapolis. Aumentam também os contingentes militares dos EUA em Israel e em Kuweit. Tropas da Grã Bretanha e da França começaram a chegar à Arábia Saudita e a Emirados Árabes Unidos. O alvo principal é o Irão, cujo programa nuclear irrita e preocupa de há muito os países ocidentais.

 A imprensa publicou informações de que centenas de bombas especiais, capazes de destruir os bunkers subterrâneos bem fortificados, foram trazidas para a base americana, situada na ilha britânica de Diego Garcia, no oceano Indico.

 Mas nos últimos meses surgiu mais um motivo para a o início de uma confrontação aberta – é o estreito de Ormuz, a via naval básica para o transporte de petróleo da região do golfo Pérsico para os mercados mundiais. Teerã ameaçou barrar este estreito e os aliados pretendem, pelos vistos, infligir um golpe caso esta ameaça for levada a cabo. Por outro lado, nenhum dos países acima mencionados está pronto no presente momento para a guerra, reputa Vladimir Sajin, perito do Instituto de Estudos Orientais da Academia de Ciências da Rússia.

– Acontece que no presente momento a situação política interna em praticamente todos os países – prováveis participantes do conflito, é bastante séria. Nos EUA já começou a corrida pré-eleitoral. No Irão a 2 de março serão realizadas eleições parlamentares muito importantes para o país e as eleições presidenciais foram marcadas para o verão de 2013. A França também está na véspera de eleições presidenciais. De um modo geral, a Europa está preocupada mais com os seus problemas econômicos e simplesmente não tem tempo para uma guerra.

 O mais desagradável nesta situação é que a concentração das tropas na região do golfo Pérsico e o agravamento da situação pode frustrar o processo, já iniciado, de conversações entre Teerã e diversas organizações internacionais. Muitos países, e em primeiro lugar a Rússia, são da opinião de que as ações coercitivas e, ainda menos, as sanções não podem resolver o problema do Irão, declarou o representante permanente da Rússia na ONU Vitali Tchurkin.

– Dissemos há muito que a via de sanções esgotou os seus recursos e que o tema do Irão não tem nada mais a fazer no Conselho de Segurança. É preciso abordar seriamente a questão de conversações entre o sexteto e o Irã. E é preciso cuidar seriamente das conversações entre a Agência Internacional de Energia Atômica e o Irã. Aí existem certos sintomas esperançosos. Agora no Irão encontram-se representante da Agência Internacional de Energia Atômica, continua a discussão da possibilidade de organização de um encontro entre o sexteto e os iranianos. Existem certas esperanças embora de um modo geral o ambiente de crescente confrontação entre o Ocidente e o Irão continue a provocar uma grande preocupação. Este será um dos problemas mais pendentes do ano de 2012.

 Todos os países-membros da Organização do Tratado de Segurança Coletiva compartilham a preocupação da Rússia com a possibilidade de uma guerra no golfo Pérsico. No palco internacional existe mais um jogador importante que se pronuncia ativamente contra a guerra no Irã – é a China.²

Fonte: [1]Voz da Rússia , [2]Voz da Rússia.

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