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domingo, 22 de janeiro de 2012

Jornalismo da Rede Globo tenta induzir opinião publica contra o Irã.

  No primeiro dia útil de 2012 a Rede Globo e a mídia brasileira noticiaram que o Irã, mais uma vez, desafiava o mundo ao fazer testes com mísseis de médio e longo alcance no Estreito de Ormuz, por onde passa a maior parte do petróleo consumido no ocidente, fornecido por monarquias árabes corruptas e subservientes ao imperialismo e ao sionismo.



 O "jornalismo" da Globo tenta induzir a opinião pública mundial a apoiar qualquer tipo de ação criminosa por parte dos EUA ou da Otan contra o Irã, para favorecer a política militarista e imperialista dos EUA e Israel.

 
A imprensa brasileira, na sua maioria, contrata agências de notícias norte-americanas para divulgar informações de países estrangeiros. Ora, as agências de notícias norte-americanas são financiadas pelo governo norte-americano justamente para mentir e enganar a opinião pública mundial. Portanto, a imprensa brasileira compra mentiras e divulga mentiras, sendo portanto, cúmplice de crimes de guerra e de crimes contra a humanidade.

Notícias tendenciosas.

 Esse conglomerado de empresas que fabricam notícias tendenciosas, que se diz "imprensa livre", não publica uma palavra sobre os crimes do governo norte-americano na Guerra da Coréia (onde os norte-americanos assassinaram 1 em cada 3 coreanos em 1950, dizimando 1/3 da população daquele país, onde seguem fazendo chantagens e ameaças atômicas, dividindo o país em fazendo da Coréia do Sul um depósito de armas e bombas atômicas).

 Nada sobre o assassinato pelos EUA e Otan de mais de 200 mil pessoas na Líbia. Essa pretensa mídia comercial não publica uma palavra sobre as bombas atômicas norte-americanas e suas 965 bases militares construídas para dominar o mundo. Nenhuma palavra sobre as armas químicas e biológicas atualmente desenvolvidas em laboratórios norte-americanos para serem usadas como armas de destruição em massa.

 Os ataques diários da mídia ocidental à República Islâmica do Irã tem o único objetivo de incentivar e estimular uma nova guerra para favorecer os interesses mercantilistas de investidores norte-americanos e israelenses (judeus sionistas), detentores da maioria das ações das indústrias bélicas e petrolíferas na Bolsa de Valores de Nova Iorque.

Fonte: Pravda.ru

Leia também:

EUA admite que escudo anti-mísseis na Europa é um risco para o arsenal nuclear da Rússia.

Esquema de uma defesa de mísseis básica.
  EUA admite que o escudo anti-mísseis que planeja construir na Europa pode criar riscos para o arsenal de dissuasão nuclear da Rússia, declarou o ministro russo de Assuntos Exteriores, Serguei Lavrov.

 "Segundo se concluiu das conversações com nossos colegas americanos, eles não descartam que sua defesa anti-mísseis tenha características que possam criar riscos para as forças estratégicas russas", disse Lavrov em uma rodada de imprensa.

 Os planos de Washington de criar na Europa um escudo contra possíveis ataques com mísseis balísticos é o principal obstáculo nas relações entre Rússia e EUA.

 "Os EUA insistem que seus planos não serão dirigidos contra as forças estratégicas russas, mas que o objetivo é repelir um ataque com mísseis lançado por países que não fazem parte da Europa", manifestou o ministro.

 Citou também que Washington, ao mesmo tempo, despreza as propostas de Moscow de criar conjuntamente uma defesa setorial anti-mísseis. "Neste caso se conseguiria o objetivo desejado sem criar riscos para as forças estratégicas russas", explicou Lavrov.

 Rússia e OTAN concordaram cooperar no projeto do escudo anti-mísseis na Europa durante a cúpula de Lisboa celebrada em novembro de 2010. Mas as negociações se viram estagnadas por falta de garantias jurídicas por parte dos EUA de que o escudo não iria dirigido contra o potencial estratégico da Rússia.

 O presidente russo, Dimitri Medvédev, anunciou em novembro passado medidas de caráter militar e diplomático nas quais a Rússia responderia à instalação do escudo anti-mísseis na Europa.
 Entre estas medidas destaca-se a implantação de mísseis táticos Iskander na província de Kaliningrado, enclave russo entre a Polônia e a Lituânia.

Fonte: Ria Novosti.

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