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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

França considera um "mau sinal" os testes de mísseis que o Irã realiza.

Manobras navais iranianas "Velayat 90". foto: arabic.cnn.com
 O porta-voz do Ministério de Assuntos Exteriores da França, Bernard Valero, manifestou Hoje que Paris considera um "mal sinal" as declarações do Irã sobre os testes de mísseis bem sucedidos de longo alcance no Golfo Pérsico.

 "As declarações de que os testes de mísseis tiveram êxito são um mal sinal dirigido a toda a comunidade internacional", disse Valero em uma roda de imprensa em Paris.
Irã anunciou ter lançado com êxito dois mísseis de longo alcance no curso das manobras navais que estão realizando no Golfo Pérsico.

 Valero sinalizou que o programa de mísseis de Teerã suscita uma grande preocupação da comunidade internacional e recordou a este respeito que o presidente da França, Nicolas Sarkozy, propôs congelar os ativos do Banco Central do Irã e impor um embargo às exportações de petróleo iraniano.

 O porta-voz agregou que as respectivas resoluções poderão ser aprovadas na próxima reunião dos ministros de Assuntos Exteriores da UE convocada para 30 de janeiro.
 Irã, entretanto, já ameaçou bloquear o Estreito de Ormuz se o Ocidente impõe o embargo. O objetivo das manobras navais do Irã é precisamente ensaiar o fechamento do Estreito de Ormuz, a principal vía marítima para a exportação de hidrocarbonetos produzidos na zona do Golfo Pérsico. Emiratos Árabes e Omã –aliados de Washington– controlam a costa meridional do Estreito de Ormuz enquanto que o Irã controla sua costa setentrional.

 Os Estados Unidos e vários países europeus suspeitam que o Irã está desenvolvendo uma arma nuclear sob a cobertura do seu programa civil de energia atômica. Teerã refuta as acusações assegurando que seu programa só busca satisfazer a demanda energética do país.

Fragata da Marinha Iraniana no Golfo Pérsico.
foto: www.portugues.rfi.fr
 O Irã realizou o ensaio de um segundo míssil de longo alcance durante as manobras navais que está realizando no Golfo Pérsico, comunicaram fontes militares citadas pela imprensa local.

 "Nosso míssil de longo alcance terra-terra 'Nour' (Luz) também foi lançado com êxito", manifestou o comandante adjunto das Forças Navais do Irã, Mahmoud Mousavi.
Anteriormente se informou do bem sucedido lançamento de provas do míssil de longo alcance terra-mar chamado "Qader" (Capaz).

 Os lançamentos se efetuam na continuidade das manobras navais "Velayat 90" que começaram em 24 de dezembro e se extenderão por dez dias. A zona do simulado envolve uns 2.000 quilômetros quadrados desde o Estreito de Ormuz asté o Golfo de Omã.

 O objetivo das manobras é ensaiar o fechamento do Estreito de Ormuz, mas em contrapartida os Estados Unidos respondeu que não tolerará o bloqueio ao tráfego por essa via.

Fonte: Ria Novosti

Leia também:

Dois navios de guerra dos EUA cruzaram o Estreito de Ormuz apesar das ameaças do Irã.

USS Ramage DDG-61 e USS Ross DDG-71.
 Dois navios de guerra dos EUA cruzaram o Estreito de Ormuz apesar das ameaças do Irã sobre o bloqueio à passagem dos navios com petróleo e gás provenientes da zona do Golfo Pérsico, informou a Armada dos Estados Unidos.

 Dois navios, incluído o porta-aviões nuclear John C. Stennis, zarparam do porto Jebel Ali (Emiratos Árabes Unidos) e chegaram através do Estreito de Ormuz ao mar Arábico de onde estarão estacionados para prover apoio às forças da OTAN no Afeganistão.

 Umas fontes da Quinta Frota da Armada dos Estados Unidos, baseada no Golfo Pérsico, deram sinais de que a travessia se realizou sem incidentes.

Porta-aviões norte-americano CVN-74 John C. Stennis.
foto: www.militaryphotos.net
 Irã realiza atualmente no Estreito de Ormuz uma simulação naval, com o objetivo de treinar maneiras de bloquear tal estreito, medida anunciada anteriormente por Teerã caso o Ocidente imponha um embargo às exportações do petróleo iraniano. Estados Unidos respondeu que não tolerará qualquer bloqueio ao tráfico por esta vía marítima.

 As relações entre Estados Unidos e Irã estão em deterioração, a consequência do programa nuclear iraniano.

 Estados Unidos e vários países europeus suspeitam que o Irã está desenvolvendo a fabricação do armamento nuclear sob a cobertura do seu programa de energia atômica. Teerã refuta tais acusações, assegurando que seu programa se realiza exclusivamente para satisfazer a crescente demanda energética do país.

Autor: Konstantín Bogdánov.

Fonte: Ria Novosti

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