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quarta-feira, 30 de maio de 2012

Mordomo do Papa denuncia corrupção no Vaticano.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 30 de maio de 2012.

Roma: A polícia do Vaticano prendeu mordomo do papa Bento XVI casa, Paolo Gabriele, em caso de vazamentos recentes de correspondência papal pessoal que jogou luz indesejada em lutas de poder e suposta corrupção dentro da sede da Igreja Católica Romana.

O porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi disse nesta sexta-feira que a polícia havia detido Gabriele interno que trabalhava no Vaticano por suspeita de roubo e vazamento de documentos particulares pertencentes ao Papa Bento XVI.


Gabriele foi identificado como o suspeito por várias reportagens italianas, que alegou que desde que ele era um servo pessoal do Papa Bento XVI, ele teria acesso direto a seus pertences.

Bento XVI disse que estava "triste e impressionado" com a notícia da prisão, os relatórios de Los Angeles Times.

A prisão seguido de vários meses de revelações de cartas para o papa e outros, escrito por várias figuras que indicam conflitos entre as facções no interior das paredes maciças do Vaticano City.

Jornalista Gianluigi Nuzzi tinha reproduzido os documentos que se referem a suspeita de corrupção e desvio de verbas na Cidade do Vaticano gestão, bem como visões conflitantes sobre os esforços para limpar o banco do Vaticano em um livro intitulado "Suá Santita: Le Carte Segrete di Benedetto XVI" ("Sua Santidade: Os papéis secretos de Bento XVI).

Mas Nuzzi se recusou a revelar se Gabriele, o mordomo era a pessoa que passou por ele copia dos documentos.[1]


Será que Dan Brown, autor de best-sellers como “O Código da Vinci” e “Anjos e Demônios” tinha razão ao descrever o Vaticano como um antro de perdição? Duas prisões ocorridas nesta semana, na Itália, estão abalando a fé de muitos cristãos na Santa Sé. Primeiro, foi Ettore Gotti Tedeschi, presidente do Banco do Vaticano. Depois, o próprio mordomo do papa, Paolo Gabriele, que aparece em várias fotos à frente do Sumo Pontífice, no Papamóvel.


No primeiro, Nuzzi descreve o Vaticano como um paraíso fiscal protegido e cercado no coração de Roma, disposto a lavar dinheiro da própria máfia italiana. Processado pelo Vaticano, ele sustenta sua argumentação em documentos internos da Santa Sé. No entanto, agora, o jornalista também está sob a suspeita de ter pago a Gabriele pelos relatórios – o que ele nega com veemência.


No segundo livro, Nuzzi relata a intensa disputa de poder interna no Vaticano entre os cardeais que podem vir a suceder Bento XVI, como é caso do italiano Tarcísio Bertone. Há cartas em que os cardeais relatam a perda de fé dos cristãos diante da falta de transparência do Vaticano. [2]

Russos descobrem sofisticado virus de computador e causa temor internacional.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 30 de maio de 2012.
 

Arma cibernética mais letal da história, segundo analistas, afeta sistemas no Oriente médio.

Um dos vírus mais sofisticados da história da informática atingiu uma série de computadores ao redor do Oriente Médio com a intenção de espionagem e sabotagem de órgãos governamentais e militares. A descoberta foi feita pela empresa de segurança cibernética Kaspersky Lab, da Rússia, que ainda tenta decodificar o programa capaz de infectar algumas das máquinas mais protegidas do mundo.

De acordo com especialistas russos, o vírus, denominado Flame, é bem mais poderoso que o Stuxnet, responsável por sabotagens no programa nuclear iraniano entre 2009 e 2010. " Essa é a arma cibernética mais sofisticada criada em toda a história", declarou a empresa em comunicado.

A suspeita, assim como no caso anterior, é de que um Estado esteja por trás do desenvolvimento do programa. Os alvos são Irã, Arábia Saudita, Síria, os territórios Palestinos, Líbano e Egito, levando alguns alguns analistas a afirmar que os serviços de espionagem de Israel e dos EUA sejam os responsáveis pelo desenvolvimento do vírus.

Responsabilidade

No caso do Stuxnet, os israelenses nunca confirmaram e tampouco negaram o envolvimento na ação que danificou algumas centrífugas iranianas.

 vírus, segundo a Kaspersky, é capaz de coletar e deletar informações, além de conseguir ativar microfones de outros computadores que, mesmo desligados, podem gravar a conversa de pessoas.

"É fantástica e incrível a complexidade do vírus. A quantidade de códigos é tamanha que ninguém detectou a existência do Flame em dois anos", afirmou Alexander Gostev, chefe de segurança da empresa russa. De acordo com ele, a Kastersky Lab, que é uma das mais conceituadas do mundo, "demorou seis meses para analisar o Stuxnet".

Na avaliação de Gostev, o Flame, "é 20 vezes mais complexo" do que o Stuxnet, "Acho que precisaremos de pelo menos 10 anos para entender tudo", acrescentou o analista ao comentar sobre a nova arma cibernética, que também é conhecida como Wiper ou Viper, apesar de alguns analistas, incluindo os da Kaspersky, os colocarem em grupos separados.

O ministério do Petróleo do Irã, país que foi alvo de 198 ataques do Flame, pediu para que a União de Telecomunicações Internacional da ONU investigue ataques contra seus sistemas, incluindo roubo de dados.

Instalação

De acordo com os russos, o vírus instala, inicialmente, um programa de 6 megabites, antes de contaminar o computador com o restante. eles não sabem, no entanto como a arma cibernética atinge as máquinas. [1]

Futuro programa autônomo

Durante o maior torneio de Nerds programadores para universitarios de todo o mundo, o ICPC, que ocorreu na Polônia, a equipe campeã da Universidade Estadual da Informação, Mecânica e Ótica de São Petersburgo, na Rússia, teve como destaque o brilhante Evgeny Kapun. Aos 22 anos Evgeny é bicampeão mundial do ICPC, venceu em 2009 e este ano. O russo começou a programar aos 7 anos, com a ajuda de um amigo do pai. Prestes a se formar, ele quer fazer pós na mesma faculdade. Seu objetivo é desenvolver um programa que permita eliminar o fator humano na programação de computadores. [2]

Fonte[1]: Jornal O Estado de São Paulo, 29 de maio de 2012
Autor Gustavo Chacra, correspondente em Nova York

Fonte[2]: Caderno Estadão.edu
Autor: Carlos Lordelo, enviado especial a Varsóvia

Japão pode se tornar o quarto país a ter seu próprio caça de quinta geração.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 30 de maio de 2012.

Após os EUA, a Rússia e a China, o Japão pode se tornar o quarto país a levantar ao ar seu próprio caça de quinta geração. O novo caça, relativamente pequeno em tamanho e peso, será o primeiro avião de combate desenvolvido independentemente no Japão nas últimas sete décadas.

No início de maio, o Japão encomendou os primeiros quatro caças F-35 norte-americanos. Nesta década, o Japão pretende comprar 42 máquinas deste tipo, continuando após 2020, mas esses planos podem mudar no caso de êxito no desenvolvimento de seu próprio caça japonês, que promete superar o F-35 no conjunto de características.

O novo veículo japonês, desenvolvido no âmbito do programa ATD-X (Advanced Technology Demonstrator-X), é relativamente pouco conhecido, e até recentemente sua realização na prática tem sido posta em questão.

O projeto de desenvolvimento foi iniciado em 2004, e ao mesmo tempo o programa foi atribuído o código ATD-X: o novo avião era considerado um demonstrador de tecnologia, e não se falava de seu uso em serviço.

Os voos do primeiro novo caça russo T-50 em janeiro de 2010 e do chinês J-20 um ano depois, deram um novo impulso ao trabalho dos japoneses. A incapacidade de adquirir caças F-22 junto com as perspectivas indefinidas (até agora) do F-35 e as capacidades limitadas dessa máquina, levaram as autoridades japonesas a aumentar o financiamento do projeto ATD-X.

Em março de 2012, a fábrica da Mitsubishi em Tobishima, perto da cidade de Nagoya, começou a montagem do primeiro protótipo do ATD-X para testes estáticos. No ano seguinte deve começar a construção de três protótipos voadores, e o primeiro voo do novo caça Mitsubishi, apelidado Shinshin (a tradução mais próxima do sentido dos hieróglifos 心神 que compõem seu nome é “espírito divino”), é esperado em 2014.

Como ultrapassar limitações

O caça F-35A que o Japão pode (e planeja) comprar nos EUA têm algumas limitações significativas. Em particular, ele não tem alta capacidade de manobra, tem uma velocidade de cruzeiro subsônica, não tem radar lateral. Em conjunto, isso leva muitos especialistas a avaliar o potencial do F-35 como menor mesmo em comparação com as atuais máquinas de série da geração 4++, como o Su-30MKI e o Su-35S, e como significativamente menor que o F-22 e, potencialmente, o T-50.


Entretanto, os adversários mais prováveis do Japão – a China e a Rússia – estão atualmente rearmado sua aviação com máquinas avançadas da quarta geração, e deverão receber aviões de quinta geração já nos próximos 10 anos. O potencial do projeto chinês J-20, por enquanto, é questionável, mas a probabilidade da força aérea chinesa obter caças da quinta geração é uma ameaça bastante grande.

Assim, o projeto ATD-X deve dar à força aérea japonesa um novo avião que não terá as limitações do F-35 causadas pelo desejo de construir uma plataforma versátil que atenda aos requisitos de todos os tipos de aviação. Restrições financeiras e tecnológicas não têm muita importância – o Japão é um país bastante rico para poder se permitir até mesmo um caça muito caro, e seu nível tecnológico torna possível desenvolver em um período razoável de tempo todo o equipamento necessário para as novas máquinas, incluindo o motor.

Futuro provável

Tendo em conta o tempo que todos os estados com aviação geralmente levam para desenvolver equipamento militar, o novo caça japonês, se o primeiro voo for realizado em 2014, entrará em série limitada não antes de 2017-18, e em produção em massa – mais próximo de 2020-21. Por esta altura, o Japão irá receber caças F-35 de combate, que entrarão em serviço da força aérea em 2016. Se as características do “Espírito divino” forem bastante altas, no futuro, o Japão poderá deixar de comprar F-35 em larga escala, fazendo uma aposta em sua própria indústria de aviação.

Além disso, se o Japão conseguir desenvolver seu próprio motor e fazer o projeto totalmente independente do fornecimento de peças críticas, será possível também sua exportação – pelo menos para diminuir o preço de uma unidade com o aumento dos volumes de produção.

Descoberto vírus que durante 5 anos roubou dados no Oriente Médio.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 29 de maio de 2012.

Especialistas na área de segurança de computadores informaram que tinham encontrado um malware, que durante cerca de 5 anos reunia informações confidenciais de computadores em todo o Oriente Médio.


Como  anunciou o representante da companhia russa Kaspersky Lab, um vírus de computador, chamado Flame, roubava os dados de várias formas, incluindo imagens dos monitores, registros de conversas com os microfones ligados, cópia da correspondência do serviço de mensagens instantâneas.

O worm atacou sistemas privados, comerciais e governamentais. Entre os países atacados estão o Irã, Israel, Sudão, Síria, Líbano, Arábia Saudita e Egito. Segundo o perito, a envergadura e complexidade da estrutura do vírus sugere que o seu desenvolvimento tenha envolvido um governo.

A decepção com a quinta geração de caças da aviação militar.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 29 de maio de 2012.



Na Voz da Rússia foi realizada uma mesa redonda dedicada ao 100º aniversário da Força Aérea da Rússia e às perspectivas de desenvolvimento da aviação militar e da indústria aeronáutica nacional.

No evento participaram peritos militares e industriais russos bem conhecidos. No processo de melhoria do equipamento técnico da Força Aérea Russa e de criação de novos tipos de aeronaves, os especialistas russos analisam de perto a experiência mundial nesta área. O tema das principais tendências na indústria aeronáutica mundial foi discutido por Ivan Kudishin, editor da revista semanal Equipamento de Aviação e Mísseis.

Na última década, o ramo de veículos aéreos não tripulados (VANT) desenvolveu-se enormemente. Se no início de 2000 se falava somente de veículos de reconhecimento e vigilância (de todas as classes – desde muito leves a pesados), hoje em dia a ênfase está mudando em favor de VANTs de reconhecimento e ataque. Um exemplo notável é o concurso UCLASS da Marinha dos EUA para a construção de um VANT bombardeiro de ataque para porta-aviões. Os participantes do concurso são Northrop Grumman, a Boeing, a General Atomics e a Lockheed Martin. A criação de um VANT de convés é uma tarefa extremamente difícil: ele tem que pousar em um porta-aviões em movimento. A criação de VANTs descartáveis e reutilizáveis para uso com uma variedade de plataformas móveis, incluindo submarinos e aviões de patrulha, é hoje uma área chave no desenvolvimento deste tipo de equipamento.

Atualmente, foi reiniciado o desenvolvimento de uma plataforma de bombardeio e reconhecimento de nova geração, que irá substituir o material obsoleto (B-1B e B-52H), a partir de aproximadamente 2025. O avião deverá ser quase impercetível, subsônico, e, opcionalmente, tripulado. Isto significa que ele pode ser usado seja como VANT, seja como avião tripulado. O aparelho será equipado com uma vasta gama de armamentos de precisão e de baixa visibilidade.

Quanto aos aviões de quinta-geração, pode se dizer que a experiência de seu desenvolvimento nos EUA falhou. Um bom avião com grandes perspetivas de modernização e de expansão de suas capacidades militares, o Lockheed Martin F-22, foi construído em uma série muito pequena de 187 aviões, dos quais 2 se perderam em acidentes e um – em um desastre causado pela imperfeição do sistema de suporte de vida do piloto. Em serviço estão cerca de 160 aviões, dos quais apenas 55-65% estão prontos para combate.

O novo avião F-35, que está passando testes, sofre logo de duas doenças incuráveis: da excessiva universalidade e do crescimento descontrolado do custo. Apesar de sua aviônica avançada e de baixa visibilidade para os radares, o avião não possui velocidade de cruzeiro supersônica, tem capacidade de manobra e características dinâmicas limitadas, bem como uma modesta capacidade de carga. Os programas das modificações de convés, F-35C e F-35B, estão sob ameaça de encerramento. O custo de um avião F-35A para exportação é hoje de 122,8 milhões de dólares (apesar de o avião ter sido inicialmente posicionado como um aparelho de produção em massa e de custo inferior a 60-70 milhões de dólares), e o custo do F-35B atinge 190 milhões de dólares.

Como alternativa, as empresas Boeing e Lockheed Martin oferecem profundas modificações de aeronaves existentes F-15, F-16 e F/A-18E/F, que possuem uma visibilidade significativamente baixa e capacidades de combate avançadas.

Atualmente continua a produção de aviões médios de transporte militar estratégico Boeing C-17. A linha de montagem não será reduzida ou fechada, portanto as perspetivas de fornecimentos para a Força Aérea dos EUA se mantêm.

Continua a produção em série do avião C-130J Super Hercules, que ainda tem um bom potencial de exportação. Mas já muito em breve ele terá que competir com o avião de transporte Embraer KC-390. 

A Força Aérea do Brasil deverá receber estes aviões em 2014. O custo do C-130 é de 67 milhões de dólares, o valor declarado do KC-390 é de 50 milhões de dólares.

Especialistas russos preparam missão a Marte.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 29 de maio de 2012.


Os especialistas russos preparam-se para criar, durante este ano, a primeira maquete funcional de uma central nuclear de potência megavática para voos espaciais de longa distância.


O módulo de transporte nuclear será o contributo tecnológico principal da Rússia para a expedição internacional a Marte.


O enigmático planeta vermelho ainda não abriu mão dos seus segredos. Os primeiros planos realistas de voos tripulados a Marte foram concebidos no final da década de 60 do século passado, mas no geral a humanidade continua a marcar passo na órbita terrestre. É que os reatores químicos tradicionais para foguetão são inadequados para viagens interplanetárias prolongadas, segundo afirma Alexander Zhelezniakov, membro da Academia Russa de Cosmonautica Ziolkovski:


“Por esse fato, as naves espaciais enviadas da Terra para os planetas distantes demoram muito tempo a antingi-los. Em primeiro lugar, esses vôos são pouco numerosos. Em segundo lugar, os próprios aparelhos espaciais são de pequenas dimensões e de massa reduzida.”


Os motores nucleares para foguetão (MNF) são uma excelente alternativa aos motores atuais a combustível sólido ou líquido. Os MNF começaram a ser concebidos há mais de meio século na URSS e nos EUA. Ambos funcionavam pelo mesmo princípio: o agente ativo (hidrogênio líquido) era aquecido no reator nuclear e ao ser ejectado pelos bocais provocava o impulso. Apesar das modernizações, esses motores nunca sairam da Terra. Uma das razões para isso é o elevado risco de explosão do reator em caso de sobreaquecimento e o escape de elevadas doses de radioatividade. O novo projeto russo de um módulo de transporte a energia nuclear resolve de forma radical o problema de segurança. A nave prevê utilizar motores eletroreativos iónicos em que o impulso é criado por um fluxo de iões acelerado por um campo elétrico. O reator nuclear apenas produz a corrente necessária ao funcionamento do motor elétrico, explica Yuri Zaytsev, conselheiro académico da Academia das Ciências de Engenheria da Rússia.


“O motor nuclear possui uma série de vantagens pela sua potência e independencia, podendo a sua energia ser usada tanto para o propulsor, como para a manutenção do funcionamento da nave e para a resolução de outros problemas.”


Planeja-se a utilização de centrais nucleares para impulsionar as sondas de investigação que se destinam aos planetas longínquos, funcionando como se fossem rebocadores espaciais. A prazo, também se poderá falar em viagens espaciais tripuladas, incluindo a Marte. No entanto, considera Yuri Zaytsev, não será para breve: só para além de 2050. E o problema maior será proteger os cosmonautas da radiação ionica mortal.


“Como ainda só voamos em órbitas circum-terrestres, estamos protegidos pelo campo magnético da Terra das partículas com carga pesada do espaço exterior. Um dos elementos electrônicos da estação Phobos-Grunt foi avariado precisamente pelas particulas pesadas. Se uma partícula atravessasse um ser humano, isso ser-lhe-ia fatal.”


Neste momento uma viagem tripulada a Marte é apenas uma perspetiva atraente. Os cientistas russos consideram necessária a tentativa de enviar mais uma missão a Phobos, satélite de Marte. Prevê-se para 2018 o envio a Phobos do aparelho espacial Bumerang que será uma versão ligeira da estação inter-planetária automática russa Phobos-Grunt.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Protótipo de novo míssil balístico intercontinental testado com êxito na Rússia.

 Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 26 de maio de 2012.


No dia 23 de Maio, foi efetuado com sucesso o lançamento de um protótipo de míssil balístico intercontinental (ICBM) a partir do cosmódromo de Plesetsk, distrito de Arkhangelsk.

Os objectivos do lançamento foram alcançados, tendo a ogiva de teste atingido a zona programada no polígono de Kura na peninsula de Kamchatka, o que foi comunicado pelo porta-voz oficial das Forças de Misseis Estratégicos (FME).

O lançamento foi efetuado a partir de uma plataforma de lançamento móvel por guarnições conjuntas das FME e das Forças espaciais. O objectivo essencial consistiu na obtenção de dados experimentais que confirmassem as soluções científico-técnicas e tecnológicas escolhidas para a conceção deste ICBM. Neste caso deve tratar-se de um ICBM de ogivas manobráveis, refere Viktor Yesin, vice-presidente da Academia para os Problemas de Segurança, Defesa e Ordem Pública:

“Essas ogivas podem alterar a sua trajectória de voo variando tanto a altitude como os desvios laterais, o que dificulta a previsão do ponto de impacto com o anti-míssil destinado a atingir essa ogiva. Ou seja, a sua trajectória torna-se imprevisivel para as baterias anti-míssil, o que reduz drásticamente a capacidade da defesa anti-míssil para intercetar esse tipo de ogivas”.

Também o aumento da velocidade e da quantidade de ogivas abre novas perspetivas para ultrapassar a defesa anti-míssil. Os mísseis que transportam, por exemplo, dez ogivas em vez de uma têm uma capacidade muito superior de ultrapassar o sistema de defesa e é por isso que são fabricados os ICBM de ogivas múltiplas. Já há muito que se trabalha na superação dos sistemas anti-míssil do adversário existentes e em elaboração, nota Viktor Baranets, comentador militar do Komsomolskaya Pravda:

“Não é nenhum segredo que possuímos ogivas manobráveis hipersónicas. Neste momento trata-se de aumentar as suas capacidades considerando o sistema anti-míssil, assim como os novos níveis de defesa, que os EUA e a NATO planeiam instalar na Europa até 2020. Este lançamento já se inclui na preparação para uma reação adequada aos planos que estão a ser elaborados pelos EUA e pela OTAN”.

De acordo com os peritos, o protótipo que foi agora lançado com sucesso utiliza o mesmo know-how incorporado nos mísseis Topol-M, Yars e Bulava.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Austeridade ou crescimento, 
a alternativa que não resolve os problemas da Europa.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 26 de maio de 2012.
 

As políticas de austeridade impostas pelos grandes poderes financeiros por intermédio dos governos da França e Alemanha e do Banco Central Europeu são um fracasso rematado: levaram quase toda a Europa a outra recessão, agravaram o peso da dívida, as assimetrias e a paralisação, estão a destruir a coesão social da Europa e direitos sociais cuja conquista custou décadas de conflitos e lutas, destroem milhares de empresas, criam pobreza e exclusão, produzem um afastamento, quem sabe se definitivo, entre a população e as autoridades públicas, e estão dando asas à extrema direita fascista e neonazi que os banqueiros e grandes industriais sempre açularam em época de crise.

Não há nenhuma experiência histórica nem evidência empírica que permita afirmar que se possa sair de uma crise como a que estamos (de racionamento financeiro e falta de procura efetiva) com menos gasto, de modo que insistir em reduzi-lo sem ao mesmo tempo tomar medidas que garantam novamente o financiamento e que proporcionem rendimentos adicionais à população consumidora é uma via que só leva à depressão e ao desastre.

A cegueira ideológica das autoridades políticas e dos economistas que assinalam o caminho impede-lhes de reconhecer esta realidade. E sua submissão aos poderes financeiros (agora só interessados em aproveitar a crise para aumentar seus privilégios) leva-os a insistir em novos cortes, que só servem para que os bancos, especuladores e grandes empresas aumentem seus lucros e um poder já absoluto que está a liquidar as já em si débeis democracias a que se permite o capitalismo da nossa época.

Os cortes em educação, investigação, inovação, em infraestruturas vitais e em prestações sociais só vão trazer anos de atraso e uma instabilidade sociais de terríveis antecedentes na Europa.

Tão clara é a evidência de tudo sito que, desde há semanas, começaram a abrir-se gretas nos blocos políticos dominantes e a filtrar-se a ideia de que é imprescindível por fim a esta barbaridade política e econômica. A pressão de movimentos sociais, de economistas críticos ou inclusive das personalidades mais sensatas do próprio establishment contribuiu decisivamente para isso e a vitória do socialista Hollande nas eleições francesas possivelmente será o que obrigue definitivamente a por em causa as políticas de austeridade.

Mas a alternativa que se está a difundir frente a elas é insuficiente e inadequada: a do crescimento. Uma estratégia que já demonstrou poder ser muito perversa e pouco útil se não se explicitar claramente o que implica e aonde queremos que nos conduza.

Crescimento não basta.

Travar os cortes de despesas públicas e em geral todas as políticas de austeridade que estão a impedir que se regenere o privado e se recupere o pulso econômico é uma pré-condição indispensável para que na Europa se volte a criar emprego e para garantir padrões mínimos de bem-estar e proteção a toda a população. Mas trata-se só de uma pré-condição para evitar o desastre. Para conseguir que não se volte a produzir outra crise maior e com piores perturbações e danos do que aqueles que agora estamos a sofrer são precisas mais coisas.

Não basta fazer com que cresça o Produto Interno Bruto de qualquer forma nem injetar mais dinheiro ainda de qualquer modo.

Ainda que a crise se tenha desencadeado, visto à superfície, pela desregulamentação financeira e pelos roubos continuados que centenas de bancos efetuaram com a anuência das autoridades, suas causas profundas (aquelas que a tornaram sistémica) e as que tornarão a provocá-la novamente se não forem resolvidas, são outras: a grande desigualdade que deriva rendas incessantes para a especulação financeira, a utilização intensiva e perdulária de recursos naturais e energia que rompe a harmonia básica e os equilíbrios imprescindíveis entre a sociedade e a natureza, e uma degeneração progressiva do trabalho que empobrece a população e o tecido empresarial e que trava a inovação e o incremento da produtividade.

Sem enfrentar tudo isso, promover novamente o crescimento do produto interno “à bruta”, a base de despesa pública e injetando recursos para a criação de mais infraestruturas e para o fornecimento de mais serviços públicos, pode travar a deriva para a depressão na qual nos encontramos, como já ocorreu com os planos de estímulo, mas sem dúvida será insuficiente e terminaria por provocar problemas ainda mais graves do que os que temos.

O crescimento entendido como um objetivo em si mesmo, sem mais explicitações, medido através de um indicador tão perverso como o PIB e sem ter em conta os custos sociais, ambientais e antropológicos que traz consigo, favorecer a acumulação e voltará a dar bons lucros a certos ramos do capital, além de gerar algo mais de emprego em bem-estar. Mas, nessas condições, estes últimos não serão os suficientes para alcançar níveis mínimos de estabilidade e satisfação social, como demonstra a experiência vivida nos últimos trinta anos, nem com isso se poderá evitar reincidir no vício mais cedo do que tarde.

O que a Europa precisa não são planos de crescimento do PIB e sim uma estratégia global para a igualdade, o bem-estar e a responsabilidade ambiental baseada na promoção de novos tipos de atividade, de propriedade e de gestão empresarial, na generalização do emprego decente, na utilização sustentável das fontes de energia e dos recursos naturais que modifique radicalmente o atual modelo de metabolismo socioeconômico, e na promoção de uma cidadania democrática, plural, participativa e cosmopolita. Em também, passe o paradoxo, baseada na austeridade mas no que esta tem de respeito para com o equilíbrio natural e pessoal e com a boa utilização dos recursos, de recusa do desperdício; mas não de renúncia aos direitos sociais e à igualdade, como entendem os neoliberais.

E além disso são imprescindíveis reformas políticas institucionais que travem o poder dos grandes grupos oligárquicos e que permitam que as autoridades representativas sejam aquelas que realmente adoptem as decisões em função dos mandatos da maioria social no âmbito de uma autêntica democracia. Sem criar um autêntico poder público na Europa, sem submeter a atuação do Banco Central Europeu às exigências dos interesses sociais e sem acabar com a sua cumplicidade com os interesses bancários privados, sem sanear o sistema financeiro europeu declarando o financiamento da vida econômica como um serviço de interesse público essencial, nacionalizando os bancos que não se submeterem e fomentando novos tipos de finanças descentralizadas e de proximidade, sem dispor de um autêntico tesouro europeu e sem recolocar a concepção da união monetária, para não mencionar senão as questões mais urgentes, a Europa continuará a balouçar-se irresponsavelmente à beira do precipício e os apelos ao crescimento só servirão, se me permitem a expressão, pouco mais do que para embebedar o peru e enganar mais uma vez os povos.

A questão a colocar sobre a mesa na Europa não é se cortamos um pouco menos as despesas e injetamos algo mais de recursos para as mesmas atividades e infraestruturas de sempre (outra vez auto-estradas, habitações, mais comboios de alta velocidade…) e sim se rompemos ou não com o poder das finanças privadas e das grandes corporações empresariais e oligárquicas que nos dominam e que nos levaram à situação em que estamos.
Autor: Juan Torres López

domingo, 27 de maio de 2012

Rússia anuncia a incorporação dos novos mísseis balísticos intercontinentais Yars.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 22 de maio de 2012.

Unidade russa Topol-M de míssil balístico intercontinental na Praça Vermelha, durante o desfile do Dia da Vitória em Moscow, em 09 de maio de 2010. (Crédito da foto ALEXANDER Nemenov / AFP / Getty Images)

Rússia iniciou a incorporação dos novos mísseis balísticos intercontinentais Yars ao seu exército, declarou hoje (21/05) o Comandante das Tropas de Mísseis Estratégicos (TME), tenente general Serguei Karakáev.

“Os novos mísseis sustituirán los mísseis colocados nas províncias de Irkutsk, Novosibirsk e Kaluga”, disse Karakáev aos meios de imprensa ao fazer balanço da modernização das TME.


Comentou também que o terceiro grupo de mísseis Yars de base móvel entrará em serviço em junho próximo na unidade de mísseis estratégicos de Teikovo, situada na província de Ivánovo a 300 quilômetros de Moscow.


O míssil balístico intercontinental Yars têm um alcance de até 11.000 quilômetros, está dotado de uma ogiva de guiada individual e reentrada múltipla e destaca por sua alta manobrabilidade.


O general informou que a modernização das TME concluirá em 2012 com a inauguração de quatro sistemas desse tipo e que atualmente mantém a continuidade na modernização da unidade militar de Tatischevo (provincia de Sarátov) com mísseis balísticos Topol-M instalados em silos subterrâneos.


Fonte: Ria Novosti

sábado, 26 de maio de 2012

A OTAN anuncia a implantação da primeira fase do escudo anti-mísseis na Europa.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 21 de maio de 2012.


O secretário geral da OTAN, Anders Fogh Rasmussen, anunciou durante o encontro da organização em Chicago que a Aliança concluiu a instalação da primeira fase do escudo anti-mísseis na Europa, projeto que provoca mal-estar e receios na Rússia.


“O definimos como capacidade operativa provisional. É o primeiro passo até nosso objetivo a longo prazo de dar uma proteção completa a todo o território, a população e às forças armadas da Europa”, afirmou Rasmussen.

O chefe da Aliança atlântica recordou que o objetivo de criar um escudo anti-mísseis no território europeu se planeja há 18 meses no encontro de Lisboa.


Segundo explicou a RIA Novosti uma fonte da OTAN, a capacidade interina supõe que a Aliança dispõe do sistema de mando e controle, assim como dos padrões para um funcionamento conjunto dos sensores e radares facilitados pelos aliados para uma defesa eficaz.

Ao mesmo tempo, Rasmussen insistiu que a Aliança continuará dialogando com a Rússia, que se opõe à implantação do sistema por falta de garantias jurídicas de que não afetará a capacidade de suas forças estratégicas.


“É uma decisão da OTAN, mas convidamos a Rússia para cooperar no âmbito da defesa anti-mísseis e este convite segue vigente. Espero que em algum momento a Rússia se dê conta de que a cooperação na defesa anti-mísseis responde a nosso interesse comum”.


Por outro lado, o responsável do bloco militar anunciou a colocação em marcha de um sistema de vigilância terrestre (AGS) que permitirá vigiar o território inimigo com ajuda de uma rede de radares e aviões espiões.


“Hoje tem se firmado um contrato para a compra de cinco drones que permitiram a nosso mando identificar as ameaças, determinar os objetivos e ver o que se passa em todo o horizonte a qualquer momento”, informou Rasmussen.


Segundo está previsto, o sistema AGS, que contarão Bulgária, República Checa, Estônia, Alemanha, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Noruega, Romenia, Eslováquia, Eslovênia e EUA, entrará em serviço operacional em 2017.


sexta-feira, 25 de maio de 2012

Policía deteve a 45 manifestantes contra o encontro da OTAN nos EUA.

 Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 21 de maio de 2012.


A polícia deteve a 45 pessoas e 16 ficaram feridas em manifestações contra a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em Chicago, informaram fontes policiais citadas pela imprensa internacional.

Segundo as fontes, alguns manifestantes se negaram a desalojar um parque próximo ao lugar em que acontecia o encontro da Aliança Atlântica pelo que a polícia optou por tirá-los à força iniciando assim confrontos ao término de uma marcha pela paz.

Representantes organizadores das manifestações informaram que foram detidas 60 pessoas e não 45 como disseram as autoridades policiais. Entre os feridos encontrava-se quatro membros do corpo de segurança e 12 manifestantes.

Desde as primeiras horas da manhã de ontem (20/05) veteranos de guerra e membros do movimento “Ocupar Wall Street” iniciaram a concentração no Grant Park, junto ao lago Michigan, com cartazes nos quais se lia mensagens contrárias a OTAN e a guerra.

“Apoiamos atos de consciência mas não pagamos impostos para a guerra”. “Não queremos a guerra. Não pagues por ela, nossos impostos estão armando o mundo”, diziam alguns dos cartazes.

Um dia antes do encontro da OTAN, domingo, duas pessoas foram acusadas de estar envolvidas num complo terrorista antes da celebração da cúpula da Aliança Atlântica.

Destacaram que os envolvidos foram identificados como Sebastian Senakiewicz, de 24 anos, e Mark Neiweem, de 28 anos os quais foram acusados de intentar a fabricação de explosivos ou dispositivos incendiários.

Fonte: Ria Novosti

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Rússia e China vão firmar contrato para a compra e venda de 48 caças Su-35.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 20 de maio de 2012.


Rússia e China estão muito perto de firmar um contrato de compra e venda de 48 caças polivalentes Su-35 por quase US$ 4 bilhões, comunicou hoje o diário “Kommersant” que cita uma fonte do setor da defesa russo.
As partes estão próximas de firmar um dos contratos mais importantes do último decenio pelo que China receberá 48 caças polivalentes Su-35″, disse a fonte.

Comentou que o único problema consiste em que Moscow exige de Pequim garantias jurídicas de que abandonará sua prática de copiar aviões russos competindo com a Rússia no mercado internacional, mas a China não se apressa a oferecer tais garantias.


Exemplificando, a fonte citou o avião chinês J-10 que é cópia exata do caça russo Su-27, ou o FC-1 que é cópia do caça MiG-29.

O diretor da edição “Export vooruzheni” (Exportação de armamento), Andrei Frolov, informou que os planos da China de comprar uma parcela tão grande de caças russos se deve ao atraso de sua indústria bélica.

“China alcançou grandes êxitos ao aprender a piratear caças soviéticos ou russos, mas não conseguiu desenvolver motores confiáveis para esses aviões e os compra da Rússia”, disse Frolov.

Segundo dados do Centro de Análises do Comércio Mundial de Armas, Rússia entregou no ano passado a China 11 motores D-30KP2 para bombardeiros H-6K e uns 60 motores AL-13F/FN para os caças J-10, J-11 y Su-27/30.

Fonte: Ria Novosti

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Índia incorpora 15 caças embarcados MIG-29.

 Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 20 de maio de 2012.

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Índia incorporou a sua Marinha de Guerra 15 caças embarcados russos MiG-29K/KUB adquiridos em 2004, anunciou o ministro indiano da Defesa, Arackaparambil Kurian Antony citado por Defense News.

Os caças serão colocados no porta-aviões Vikramaditya, antigo navio de guerra soviético “Almirante Gorshkov”, que engrossará a Armada indiana em dezembro de 2012, segundo o plano previsto.

Em 2004, a Índia adquiriu 16 caças MiG-29K/KUB, como parte do contrato para a reparação e modernização do porta-aviões “Almirante Gorshkov”, pelo valor de 650 milhões de dólares. Pelo momento, foram oferecidos 15 dos 16 caças.

Em 2010, Índia comprou um lote adicional de 29 caças MiG-29K avaliado em 1.500 milhões de dólares.

Os caças multipropósito MiG-29K (um piloto) y MiG-29KUB (dois pilotos) são aviões da chamada geração 4++. Dispõem de modernos sistemas de controle eletrônicos, são menos visíveis a radares e podem levar maior quantidade de combustível e armamento, em particular, mísseis guiados e não guiados, bombas e canhão incorporado de 30 mm.

Fonte: Ria Novosti

Grã-Bretanha e França firmam convênios sem precedentes de cooperação militar e nuclear.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 19 de maio de 2012.


O primeiro ministro da Grã-Bretanha, David Cameron, e o presidente da França, Nicolas Sarcozy, firmaram ontem 18/05 em Londres convênios de cooperação militar e nuclear, que permitirão a ambos Estados compartilhar recursos e evitar a duplicação de funções, informou o correspondente de RIA Novosti.




Especialistas militares e jornalistas já definiram como “históricos”  os acordos conseguidos. O primeiro estipula, em particular, criar forças expedicionárias mistas para realizar operações em diversos pontos do planeta, instalar e abastecer aviões dos dois países em porta-aviões de ambos, assim como assegurar a proteção conjunta dos navios britânicos e franceses.




Outro convênio recorre a planos para a construção e exploração conjunta de um centro de provas nucleares. 



Londres e Paris não negam que a assinatura desses documentos ocorreu, em parte, pela necessidade de reduzir os orçamentos militares de ambos os Estados e para buscar vias de uso eficaz dos recursos destinados à defesa.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Grã-Bretanha impulsiona o desenvolvimento do seu programa nuclear.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 19 de maio de 2012.


O Ministério de Defesa da Grã-Bretanha prorrogou o convênio firmado com a companhia Atomic Weapons Establishment (AWE) que se dedica à projeção, o mantenimento e a demolição das ogivas nucleares dos mísseis balísticos Trident, comunicou o portal Defense Aerospace.

O convênio foi prorrogado até 2018 e entrará em vigor em abril de 2013. Para sua realização serão destinados 1 Bilhão de libras esterlinas anuais (1.600 milhões de dólares). Uns 40% desse montante se destinará às estruturas de investigação e produção, e o restante, às empresas da companhia AWE.

Os ativos da AWE são administrados pela empresa britanico-estadounidense AWE Management Limited, instituida pelas companhas Jacobs Engineering Group, Lockheed Martin e Serco.

A carteira central das ações dessa empresa mista pertence a empresários americanos. A maioria das empresas AWE se encontram no condado britânico de Berkshire. Em fevereiro de 2009 se supôs que a Secretaria de Defesa dos EUA utiliza AWE com a finalidade de desenvolver uma ogiva nuclear de nova geração. 

A notícia provocou um escândalo no Governo britânico. Os parlamentares opositores declararam, em particular, que esse projeto constitui uma violação do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Primeiro lote experimental de caças T-50 chegará a Força Aérea da Rússia em 2013.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 18 de maio de 2012.

Clique na imagem para ampliar.
O Exército russo receberá no próximo ano um lote experimental de caças de quinta geração T-50, informou o coronel general Alexandr Zelin, assessor do ministro de Defesa e, até recentemente, comandante da Força Aérea da Rússia (FAR).

Zelin afirmou que o projeto do T-50 avança seguindo o plano. “Aos testes se incorporou recentemente o terceiro avião e em breve chegará o quarto”, disse em uma conferência organizada na cidade de Vorónezh na ocasião do 100º aniversário da FAR. O general acrescentou que a Força Aérea receberá em 2013 o primeiro lote experimental dos T-50.


Anteriormente se informou que o número de aviões implicados no programa de ensaios se elevaria de 3 para 14.

O primeiro caça T-50 fabricado em serie chegaria ao Exército em 2015. No total, a FAR planeja adquirir 60 máquinas deste modelo.


A Rússia procedeu ao desenvolvimento de um caça de quinta geração na década de 1990 e atualmente promove o projeto em cooperação com a Índia. O primeiro protótipo do T-50 levantou vôo em janeiro de 2010.

Fonte: Ria Novosti

domingo, 20 de maio de 2012

Tripulação de russos e americanos decolam à Estação Espacial.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 18 de maio de 2012.

Foto acima: Os membros da tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS) o astronauta Joseph Acaba EUA (C) e os cosmonautas russos Gennady Padalka (baixo) e Sergei Revin ingressam a bordo da nave espacial Soyuz TMA-04M no cosmódromo de Baikonur, 15 de maio de 2012. [Foto / Agencies ]

Korolev, Rússia – A nave espacial Soyuz levando dois russos e um astronauta norte-americano partiu para a Estação Espacial Internacional (ISS) na terça-feira depois de mais de um mês de atraso sobre um problema com o casco da cápsula de construção russa.


O astronauta da NASA Joseph Acaba, o veterano cosmonauta Gennady Padalka e Sergei Revin, que está partindo em seu vôo inaugural no espaço, lançado em céu claro a bordo do foguete Soyuz TMA-04M partir do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão em 03:01 GMT (11:01 EDT na segunda-feira ).


Três minutos de voo, os tripulantes deram um sinal de polegar para cima para uma câmera a bordo da cápsula. Um porta-voz de dentro do Controle da Missão além dos limites de Moscou disseram aos cientistas reunidos e estudantes que os três astronautas estavam se sentindo bem.


O trio vai atraca na quarta-feira, juntando-se ao cosmonauta russo Oleg Kononenko e aos astronautas Don Pettit da NASA e Andre Kuipers da Agência Espacial Europeia a bordo da ISS, um complexo de pesquisa em órbita de $100 bilhões cerca de 240 milhas (385 km) acima da Terra.


Desde a aposentadoria dos ônibus espaciais no ano passado, os Estados Unidos estão dependentes da Rússia para enviar astronautas à ISS, que custa à nação US$ 60 milhões por pessoa.


Moscou espera uma missão suave que começará a restauração da confiança no seu programa espacial, uma vez pioneiro, após uma série de contratempos de lançamento no ano passado, incluindo o fracasso de uma missão interplanetária apresentada como estréia da Rússia pós-soviética.



O vôo de terça-feira foi atrasado desde o dia 30 de Março para permitir ao contratante espacial em parte estatal de Rússia, RKK Energia, preparar uma nova cápsula para o lançamento depois que um acidente durante os testes de pressão danificou a cápsula de tripulação da nave Soyuz.


A equipe anterior de três tripulantes na ISS retornou da estação no final de abril, após um atraso devido a receios de segurança depois de uma embarcação não-tripulada russa Progress levando suprimentos para a estação romper-se na atmosfera em agosto.


Esse foi um dos cinco lançamentos fracassados no ano passado que marcou as celebrações do 50º aniversário do vôo piloto soviético Yuri Gagarin, primeiro humano no espaço, incluindo uma missão não-tripulada tão celebrada para retornar com amostras da lua marciana Fobos.


A nave espacial Soyuz TMA-04M carrega até a Estação Espacial Internacional (ISS) na tripulação o astronauta Joseph Acaba EUA e os cosmonautas russos Gennady Padalka e Sergei Revin, fora da sua plataforma de lançamento no cosmódromo de Baikonur, 15 de maio de 2012. [Foto / Agencies]

Fonte: China Daily

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Ataques aéreos da OTAN atrasam estabilidade no Afeganistão.


Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 16 de maio de 2012.

Os ataques aéreos ‘errôneos’ das forças de coalisão internacional no Afeganistão minam os esforços de estabilização neste país, declarou o Ministério de Assuntos Exteriores da Rússia em um comunicado.
"São erros que impedem os esforços de estabilização no Afeganistão especialmente à luz do processo de transferência da responsabilidade pela segurança ao Governo afegão", indica a nota.

Segundo dados da chancelaria russa, somente em maio morreram mais de 30 civis afegãos por causa de ataques ‘errados’ da aliança em distintas regiões do país.

A Força Internacional de Assistência para a Segurança (ISAF), sob o comando da OTAN, realiza desde 2001 a operação Libertade Duradoura no Afeganistão. A ISAF deve entregar o controle sobre a segurança no país até 2014.

A situação atual no Afeganistão será um dos temas chaves do encontro da OTAN fixado para os dias 20 e 21 de maio em Chicago. O presidente afegão, Hamid Karzai, declarou a RIA Novosti que os países membros da OTAN deverão aprovar em Chicago uma ajuda financeira de mais de US$ 4. Bilhões ao Afeganistão.

fonte: Ria Novosti

domingo, 13 de maio de 2012

Parlamento Europeu aprova transferência de dados pessoais às autoridades dos Estados Unidos.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 08 de maio de 2012.

 O Parlamento Europeu aprovou o novo acordo de transferência de dados pessoais às autoridades dos Estados Unidos. Este acordo sobre os dados dos dossiês de passageiros (ditos PNR: Passenger Name Record) fixou as condições jurídicas. Ele trata em particular dos períodos de conservação dos referidos dados, da garantia de proteção daqueles referentes aos passageiros europeus, da utilização que se pode fazer assim como dos recursos administrativos e jurídicos.
 
 O acordo substitui o, provisório, de 2007. Há quase dez anos esta questão é discutida regularmente por Bruxelas e Washington. O controle dos dados pessoais foi inicialmente reclamado pelos Estados Unidos, avançando sistematicamente com os atentados do 11 de Setembro para justificar a sua determinação em resolver este acordo.

 O primeiro do gênero entrou em vigor em 2003, antes de ser invalidado pelo Tribunal Europeu de Justiça em 30 de Maio de 2006. Um segundo PNR foi então assinado, quase na esteira do anterior, em Julho de 2007… Antes de ceder o lugar ao seu sucessor que os euros-deputado aprovaram quinta-feira passada (19 de Abril) por 409 votos a favor, 226 contra e 33 abstenções.

 Uma minoria significativa de deputados votou contra o acordo: os temores estão ligados principalmente à conservação dos dados. A relatora Sophie In’t Veld pôs-se à frente do "campo do contra", ameaçando submeter o acordo ao Tribunal Europeu de Justiça.

 Pouco antes da votação, a comissária dos assuntos internos, Cecília Malmström, admitiu que "o acordo não era 100% perfeito", mas que "as negociações tendo em vista chegar a um acordo com Washington não constituem em caso algum uma opção".

 Está claro: os Estados Unidos ordenam, a colônia Europa obedece. Sophie In’t Veld, conhecida pelas suas propostas inflamadas denunciando a sujeição ao Tio Sam, exortou seus colegas a votarem em bloco contra este acordo. "Pergunto-vos se outros países batessem à nossa porta sabendo o que eles procuram… a China, Cuba, Rússia, estaríamos nós prontos a ceder-lhes nossos dados como estamos em vias de fazê-lo com os Estados Unidos?", questionou a euro-deputada holandesa. Sem se deter nesse bom caminho, acusa diretamente a assembleia de Estrasburgo de estar ao serviço de Washington: "o Parlamento Europeu crê que as relações transatlânticas são mais importantes do que os direitos dos cidadãos europeus".

 O novo dispositivo aprovado pela assembleia europeia prevê, com efeito, que as autoridades estadunidenses conservarão os dados PNR num banco [de dados] ativo durante um período de cinco anos. Após os primeiros seis meses, todas as informações que poderiam ser utilizadas para identificar um passageiro seriam "despersonalizadas", o que significa que dados tais como o nome dos passageiros e suas coordenadas deverão ser ocultados.

 Após os cinco primeiros anos, os dados serão transferidos para um "banco de dados inativo" por um período máximo de dez anos. Finalmente, o acordo prevê que os dados devem ser tornados completamente "anônimos", ou seja, que todos os dados permitindo identificar um passageiro deverão ter desaparecido completamente, com exceção daqueles ligados "a casos específicos" que serão conservados num banco de dados PNR até à "classificação do inquérito".

 Mais uma vez, o caniche europeu dobra-se para satisfazer as vontades do seu mestre estadunidense.

Autor: Capitaine Martin

O original encontra-se em Résistance e em Le Grand Soir.

Este artigo encontra-se em http://resistir.info

Para saber mais sobre o assunto digite ‘espionagem pessoal à direita em pesquisar este blog e clique em [pesquisar]

sábado, 12 de maio de 2012

EUA frustra plano de queda de avião com destino a EUA.

Publicado por dinamicaglobal.wordpress.com em 08 de maio de 2012.




A Casa Branca informou hoje que o presidente Barack Obama teve conhecimento em abril sobre um plano frustrado de uma filial da Al Qaeda para derrubar um avião de passageiros rumo aos Estados Unidos.


A porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, Caitlin Hayden, disse que também se assegurou a Obama que o equipamento não representou uma ameaça para o público.


"O presidente agradece a todos os profissionais da inteligência e anti-terrorismo envolvidos por seu destacado trabalho e por servir com a habilidade e o compromisso extraordinários que suas enormes responsabilidades exigem", comunicou Hayden.


Hayden também sinalizou que Obama ordenou às agências "tomar todos os passos necessários para proteger-se contra este tipo de ataque" e que recebeu com regularidade informes de sua equipe de segurança nacional.


Funcionários anti-terrorismo de Estados Unidos disseram que as agências estadonidenses de inteligencia internacional frustraram m intento de uma filial da Al Qaeda no Yemen para destruir um avião de passageiros com destino aos Estados Unidos um ano despois da morte de Osama bin Laden, informou hoje a CNN.


Editor: Rui Dong

Fonte: China.oeg.cn


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