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quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Aviões e espaçonaves são prioridade máxima na Rússia.

Aviões e espaçonaves acima de tudo.

 A Rússia, que terminou o processo de consolidação da indústria aeronáutica, vê o ramo aerospacial como uma prioridade estratégica absoluta de seu desenvolvimento – declarou o primeiro-ministro Vladimir Putin durante a visita ao 10º Salão Aerospacial Internacional MAKS em Zhukovski, no entorno de Moscou. Foram assinados na presença do primeiro-ministro vários contratos russos e internacionais, tendo o público presenciado pela primeira vez as performances práticas do mais sofisticado caça russo da quinta geração.

 Vladimir Putin apontou que o desenvolvimento da indústria aeronáutica e do ramo espacial são importantes não somente para o prestígio do País, como também para sua capacidade defensiva e criação de condições para expansão tecnológica. E prosseguiu:

 Tudo isso aqui são realizações da Rússia contemporânea, são uma encarnação do trabalho dos nossos especialistas empenhados em fazer renascer e desenvolver as melhores tradições das indústrias aeronáutica e espacial da Rússia. O Estado sempre prestou e continuará prestando apoio ao complexo industrial aerospacial nacional. A Rússia vai reativando as sonsagens do Sistema Solar e incrementando o grupo orbital de satélites, incluindo os responsáveis pelo sistema de navegação russo GLONASS.

 O primeiro-ministro percorreu a exposição do salão internacional e acompanhou os voos demonstrativos no ar. A sensação maior do show foi o voo de dois caças da quinta geração PAK FA, os quais poderão vir a complementar a frota da Força Aérea em 2016. Vladimir Putin subiu ao salão e à cabine do novo avião civil MS-21, visitou os estandes da oficina de projetos “Sukhoi” e as exposições de outras grandes construtoras aeronáuticas e contatou com pilotos e engenheiros nacionais.

 Entre as máquinas aéreas para uso civil, aparecem expostos pela primeira vez no solo de Moscou o aerobus europeu A-380, o maior avião de passageiros do mundo, e o já popular “Dreamlines”, construído pela “Boeing”. Foram apresentadas na mostra numerosas novidades russas, tais como o helicóptero polivalente Mi-34C1, os helicópteros Ka-62 e Ka-226T, este último equipado com um módulo médico ímpar, assim como um modelo conceptual da espaçonave “Rus”. O premiê ressaltou que o Governo priorizará, acima de tudo, a necessidade de uma modernização técnica das empresas e organizações científicas implantadas no setor aerospacial e ajudará as companhias nacionais nos seus esforços para acessar mercados globais. Disse mais adiante Vladimir Putin:

 Aqui, em Zhukovski, está sendo criado um centro nacional da indústria aeronáutica, o qual estará integrado pelas mais importantes oficinas de projetos, institutos de pesquisas e fábricas experimentais. Esse centro servirá de base para a formação de um núcleo inovador do ramo aeronáutico nacional e um cluster científico-industrial de nível mundial.

 Especialistas reconhecem que o MAKS vai ganhando seguramente a posição de um dos salões aerospaciais mais categorizados do mundo, a par dos de Le Bourget, na França, e de Farnborough, na Inglaterra. Esta ano, participam mais de 800 companhias de 42 países. As demonstrações acrobáticas no ar estão sendo realizadas por mais de 300 aparelhos voadores, entre os quais os famosos grupos russos “Os Andorrinhões” e “Os Guerreiros Russos”.

Fonte: Voz da Rússia.

O Irã afirma não retroceder do seu programa nuclear.




 O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou hoje que o seu país "não retrocederá nem um milímetro" no seu programa nuclear, em resposta ao relatório divulgado terça-feira pela Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA) que afirma que o Irã trabalhou nos últimos anos para desenvolver armas nucleares.

 Segundo o site da rede de televisão oficial iraniana IRIB, num discurso proferido na província de Chahar Mahaal e Bakhtiari, no sudoeste do Irã, Ahmadinejad acusou a AIEA de "perder o seu prestígio" ao aceitar as pressões dos Estados Unidos e outros países ocidentais na redação do relatório sobre o respectivo programa nuclear.

 O governante iraniano qualificou como "absurdas" as acusações contidas no relatório, que atribuiu aos EUA, e pediu à AIEA que "abandone esse caminho".

 O presidente voltou a negar que o Irã esteja a tentar construir armas nucleares e destacou, em referência aos Estados Unidos: Nós somos inteligentes e não vamos construir duas bombas para enfrentar as 20 mil que os senhores têm.

Novas sanções contra o Irã são uma tentativa de mudar o regime.

 A Rússia por outro lado, não vai apoiar as novas sanções mais severas em relação ao Irã, considerando a sua aplicação um instrumento de troca de regime no país. Tais métodos são inadmissíveis para nós, o lado russo não vai levar em consideração propostas deste tipo, afirmou o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Gennady Gatilov. Em Moscou considera-se que o recurso de sanções para influenciar o Irã, aplicadas pelo Conselho de Segurança da ONU, foi esgotado pela Resolução 1929.

 Nos fragmentos do relato da AIEA, publicados esta quarta-feira, diz-se que Teerã dispõe de tecnologias suficientes para produzir armas nucleares. Os EUA já anunciaram uma possível aplicação de sanções adicionais em relação do Irã.

Irã ameaça destruir Israel em caso de ataque

 O chefe de Estado-Maior adjunto das Forças Armadas iranianas, o general Masud Jazayeri, ameaçou destruir Israel se o Estado hebraico atacar as instalações nucleares do Irã.

 O centro (nuclear israelita) de Dimona é o local mais acessível para o qual podemos apontar e temos capacidades ainda mais importantes. Face à maior acção de Israel, veremos a sua destruição, advertiu o general Jazayeri, citado pela televisão iraniana em idioma árabe Al Alam.

 O presidente israelita, Shimon Peres, advertiu no domingo que a possibilidade de um ataque militar contra o Irão é maior que a de uma acção diplomática.

 A possibilidade de um ataque militar contra o Irã parece mais próxima que a opção diplomática, afirmou o presidente em declarações ao jornal Israel Hayom.

 Não acredito que já tenha sido tomada uma decisão a respeito, mas dá a impressão de que os iranianos estão a aproximar-se da bomba atómica, acrescentou. Não temos que revelar as nossas intenções ao inimigo, explicou.

Fonte:  Voz da Rússia

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